Café ao gosto chinês

Publicamos aqui um texto falando sobre a timidez brasileira ante a China – e o mercado chinês, num puxão de orelhas para quem acha complicado, difícil ou mesmo improvável que investir na China possa render dividendos.

Tem muita gente que acredita que café não é uma boa (há um antigo case de uma tentativa brasileira de abrir uma cafeteria em Xi’An que se revelou num profundo fracasso), especialmente pela velha crença de que o que chinês gosta mesmo é do chá.

As estatísticas abaixo mostram o crescimento da rede Starbucks em 10 anos (elas vêm do site Statista, mas na página oficial da rede, a Starbucks afirma ter 1900 unidades na China em 2015, 400 a mais do que a meta de 1500 prevista no texto publicado pelo Radar anteriormente, como dados do início da década).

Claro que a marca já era reconhecida pelos chineses e trazia junto a ela apelos como status e um estilo de vida ocidentalizado – que em muitos aspectos é bem visto na sociedade chinesa contemporânea. Mas o trabalho da rede dos Estados Unidos não se deve só às lições que aprendeu na terra natal, mas principalmente em como ela se adaptou ao gosto do freguês local. Há linhas inclusive de café de Yunnan, única província chinesa produtora do grão. Chá verde e quitutes feitos com a erva também estão no cardápio por lá. Pequenas lições.

Confira aqui os números do crescimento da rede. Dá mais água na boca do que o próprio café servido pela Starbucks.

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